
Quando a inflamação nos olhos sinaliza uma doença reumática?
Muitas vezes, pensamos no corpo humano como um conjunto de peças separadas. No entanto, ele funciona como uma
Meu compromisso é ir além do diagnóstico, aplicando a excelência do meu conhecimento para restabelecer o bem-estar e a qualidade de vida de quem me procura.

Meu compromisso é fazer a diferença na vida de cada paciente. Na minha prática, busco uma avaliação integral e humanizada, que abranja tanto as necessidades físicas quanto as psicológicas. Promovo uma consulta pautada na atenção, ética e profissionalismo.
Minha abordagem na Reumatologia é baseada no rigor do raciocínio clínico, onde uma história minuciosa e um exame físico detalhado são fundamentais. Os exames complementares são utilizados como valiosos auxiliares diagnósticos, e não como o ponto de partida.
Meu objetivo é exercer a Reumatologia com excelência, auxiliando todos que me procuram a restabelecer plenamente seu bem-estar e qualidade de vida.
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A Osteoartrite, ou artrose, é uma doença articular comum caracterizada pelo desgaste da cartilagem e por alterações ósseas, como os osteófitos (“bicos de papagaio”). Sua incidência aumenta com a idade, sendo rara antes dos 40 e muito comum após os 60 anos, afetando principalmente mãos, joelhos, coluna e quadril.

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica, autoimune e de causa desconhecida que ataca múltiplas articulações, podendo causar destruição da junta, culminando em deformidades e incapacidade se não for tratada adequadamente. É uma condição que afeta homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais comum em mulheres por volta dos 40 anos.

A Fibromialgia é uma doença crônica caracterizada por dores intensas e generalizadas pelo corpo, além de fadiga, distúrbios do sono e sensibilidade aumentada, sem evidências de inflamação ou dano articular ou orgânico. É mais comum em mulheres entre 25 e 60 anos.

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou Lúpus) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir de forma lenta ou rápida, alternando entre fases de atividade e remissão. Embora possa afetar qualquer pessoa, é significativamente mais comum em mulheres, principalmente entre 20 e 45 anos.

A Gota é uma doença inflamatória das articulações causada pela hiperuricemia — ou seja, o excesso de ácido úrico no sangue. Atinge principalmente homens entre 40 e 50 anos, especialmente aqueles com sobrepeso, sedentarismo e consumo frequente de álcool. Nem todos com ácido úrico alto desenvolvem a doença.

A Osteoporose é caracterizada como uma doença metabólica que compromete a estrutura dos ossos em todo o corpo, resultando no seu enfraquecimento e na consequente fragilidade, tornando-os altamente suscetíveis a fraturas. Por ser uma “doença silenciosa”, a Osteoporose não manifesta sintomas antes que ocorra seu desfecho mais grave: uma fratura. Principalmente na coluna, no fêmur ou no punho.

As Espondiloartrites formam um conjunto de doenças reumáticas inter-relacionadas, definidas pela similaridade de suas características clínicas e genéticas. Elas se distinguem por um padrão inflamatório que afeta preferencialmente as articulações sacroilíacas (localizadas na bacia) e a coluna vertebral, e estão frequentemente associadas à presença do marcador genético HLA-B27.

A Artrite Psoriásica (APs) é uma doença inflamatória das articulações que se manifesta em pessoas com psoríase, uma condição de pele que gera lesões avermelhadas e descamativas, tipicamente nos joelhos, cotovelos e couro cabeludo. Estima-se que até 40% dos indivíduos com psoríase possam desenvolver a APs, sendo que o risco aumenta em casos com lesões nas unhas, maior área de pele afetada ou histórico familiar da doença.

Muitas vezes, pensamos no corpo humano como um conjunto de peças separadas. No entanto, ele funciona como uma

Muitas pessoas acreditam que conviver com dores nas articulações faz parte do envelhecimento natural ou que é apenas

A pele é o nosso maior órgão. Ela age como uma capa protetora e um espelho visível do

A Osteoartrite, ou artrose, é uma doença articular comum caracterizada pelo desgaste da cartilagem e por alterações ósseas, como os osteófitos (“bicos de papagaio”). Sua incidência aumenta com a idade, sendo rara antes dos 40 e muito comum após os 60 anos, afetando principalmente mãos, joelhos, coluna e quadril.
Muitos indivíduos são assintomáticos, mas os sintomas mais comuns são dor e rigidez nas articulações, frequentemente ligadas à atividade física (como ao se levantar, subir escada ou ficar muito tempo em pé), podendo evoluir para inchaço, rangidos (creptação) e perda de função.
O diagnóstico é feito principalmente pela avaliação clínica (história e exame físico), complementada por exames de imagem como a radiografia (Raio X) ou ressonância magnética.
O tratamento visa prioritariamente aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente, sendo estruturado em duas abordagens complementares: a não farmacológica e a farmacológica. A abordagem não farmacológica enfatiza a atividade física regular (sempre supervisionada) e, de forma crucial, o controle de peso. Já a farmacológica concentra-se no alívio da dor, utilizando analgésicos e anti-inflamatórios, podendo ser complementada com infiltrações ou condroprotetores, sempre sob estrita orientação médica. A cirurgia (como a colocação de prótese) é reservada como última opção para lidar com dor intensa e incapacidade que não melhoram com o tratamento clínico.

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica, autoimune e de causa desconhecida que ataca múltiplas articulações, podendo causar destruição da junta, culminando em deformidades e incapacidade se não for tratada adequadamente. É uma condição que afeta homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais comum em mulheres por volta dos 40 anos.
Os sintomas são dor, inchaço e calor nas juntas de forma crônica. Afeta tipicamente as pequenas articulações das mãos e punhos. Sintomas sistêmicos como fadiga, perda de peso e rigidez matinal prolongada (com duração de pelo menos uma hora) são comuns. Com a progressão, a AR pode causar manifestações fora das juntas, como afetar a pele, pulmões e olhos.
O diagnóstico requer a associação de sinais e sintomas clínicos e por exames laboratoriais e de imagem. Os testes podem incluir o Fator Reumatoide, anticorpos Anti CCP, e provas de atividade inflamatória (VHS e Proteína C reativa), além de exames de imagem como radiografias.
O tratamento é individualizado e contínuo, sendo essencial o acompanhamento com o reumatologista. A terapia medicamentosa inclui inflamatórios e corticoides (para crises agudas), drogas modificadoras do curso da doença (DMCDs), muitas delas imunossupressoras e agentes imunobiológicos. Complementarmente, fisioterapia, terapia ocupacional e condicionamento físico são estimulados para preservar a funcionalidade do paciente.

A Fibromialgia é uma doença crônica caracterizada por dores intensas e generalizadas pelo corpo, além de fadiga, distúrbios do sono e sensibilidade aumentada, sem evidências de inflamação ou dano articular ou orgânico. É mais comum em mulheres entre 25 e 60 anos.
Os sintomas vão além da dor, incluindo Fadiga severa e sono não reparador (sono que não restaura a pessoa), Distúrbios do humor (ansiedade e depressão) e problemas de memória/concentração.
O diagnóstico é eminentemente clínico, baseado na história e exame físico, sendo que não existe um exame específico para confirmar a fibromialgia. Exames laboratoriais e de imagem são utilizados para afastar outras doenças com sintomas semelhantes.
A meta do tratamento é aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, pois a fibromialgia não causa deformidades. Embora não tenha cura, a doença pode ser bem controlada, permitindo que os pacientes fiquem longos períodos livres de dor.
O tratamento principal é não-medicamentoso, sendo o exercício aeróbico a intervenção mais importante. Outras medidas incluem a educação do paciente sobre a doença e, em alguns casos, terapia psicológica para auxiliar no manejo da dor crônica. As medicações são utilizadas como suporte para diminuir a dor e melhorar o sono/disposição.

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou Lúpus) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir de forma lenta ou rápida, alternando entre fases de atividade e remissão. Embora possa afetar qualquer pessoa, é significativamente mais comum em mulheres, principalmente entre 20 e 45 anos.
A doença se manifesta em dois tipos principais: o Lúpus cutâneo, que se limita a manchas na pele (geralmente no rosto, orelhas e colo), e o Lúpus sistêmico, que acomete um ou mais órgãos internos. A causa exata permanece desconhecida, mas é sabido que resulta da interação entre fatores genéticos, hormonais e ambientais (como exposição solar e infecções). Essa interação provoca um desequilíbrio imunológico, levando o corpo a produzir autoanticorpos que causam inflamação em diversos órgãos, incluindo pele, articulações, pulmões e rins.
Os sintomas são extremamente variados. Inicialmente, podem surgir manifestações gerais como cansaço, febre baixa e perda de peso. Outras manifestações comuns incluem manchas avermelhadas na pele (notavelmente a lesão em “asa de borboleta” na face), artrite (dor e inchaço nas articulações), acometimento de órgãos internos (como rins, cérebro, nervos, coração e pulmões) e a diminuição de células sanguíneas.
O diagnóstico é estabelecido pelo reconhecimento dos sintomas característicos em conjunto com alterações detectadas em exames de sangue e urina. O exame FAN (fator antinuclear) é uma ferramenta importante para pacientes sintomáticos, mas sua presença isolada não confirma o lúpus, pois também pode ocorrer em indivíduos saudáveis. Outros autoanticorpos e exames complementares de sangue, urina ou imagem são solicitados conforme a necessidade clínica.
Não há cura para o Lúpus, nem um tratamento único. A terapia é personalizada para cada paciente, focando nas manifestações predominantes da doença. Os medicamentos utilizados incluem a hidroxicloroquina, corticoides, imunossupressores e, mais recentemente, agentes biológicos.

A Gota é uma doença inflamatória das articulações causada pela hiperuricemia — ou seja, o excesso de ácido úrico no sangue. Atinge principalmente homens entre 40 e 50 anos, especialmente aqueles com sobrepeso, sedentarismo e consumo frequente de álcool. Nem todos com ácido úrico alto desenvolvem a doença.
A Gota pode se manifestar em duas formas: a aguda, caracterizada por crises de dor e inflamação abruptas e intensas em uma única articulação (frequentemente o dedão do pé, tornozelos ou joelhos), e a crônica, onde a dor e a inflamação persistem e podem afetar múltiplas juntas. O sintoma mais característico é a artrite, que gera dor intensa, inchaço, vermelhidão e calor na junta. Com o tempo, a doença pode levar à formação de tofos gotosos (depósitos de cristais sob a pele) e cálculos renais.
O diagnóstico é estabelecido por meio da história clínica, associada à detecção de níveis elevados de ácido úrico no sangue. O tratamento visa, inicialmente, reduzir a dor e a inflamação das crises e, a longo prazo, corrigir a hiperuricemia para prevenir novos episódios e evitar lesões articulares. Embora não tenha cura, a Gota é controlável.
Para o manejo da doença, é essencial seguir recomendações de dieta, controle de comorbidades como pressão alta, diabetes, hipercolesterolemia e obesidade. A falta de tratamento pode resultar em crises mais frequentes, intensas e em deformidades articulares.

A Osteoporose é caracterizada como uma doença metabólica que compromete a estrutura dos ossos em todo o corpo, resultando no seu enfraquecimento e na consequente fragilidade, tornando-os altamente suscetíveis a fraturas. Por ser uma “doença silenciosa”, a Osteoporose não manifesta sintomas antes que ocorra seu desfecho mais grave: uma fratura. Principalmente na coluna, no fêmur ou no punho.
Diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo: menopausa (pela queda do estrogênio), envelhecimento (com a perda natural de massa óssea), hereditariedade, dieta pobre em cálcio, excesso de fumo e álcool, imobilização prolongada e o uso de certos medicamentos (como corticoides) por longos períodos.
O diagnóstico é feito principalmente pela Densitometria Óssea, que mede a densidade dos ossos, complementada por exames do metabolismo ósseo para identificar fatores secundários que possam agravar a condição.
O tratamento visa diminuir o risco de fraturas com o uso de medicamentos seguros e eficazes. Além disso, são essenciais mudanças no estilo de vida, como a prática de exercícios físicos, e o aumento da ingestão de alimentos ricos em cálcio e vitamina D. É igualmente fundamental evitar hábitos nocivos como o consumo excessivo de álcool e o fumo.

As Espondiloartrites formam um conjunto de doenças reumáticas inter-relacionadas, definidas pela similaridade de suas características clínicas e genéticas. Elas se distinguem por um padrão inflamatório que afeta preferencialmente as articulações sacroilíacas (localizadas na bacia) e a coluna vertebral, e estão frequentemente associadas à presença do marcador genético HLA-B27. Outra característica central é a ocorrência de entesites, que é a inflamação dos locais onde os tendões e ligamentos se fixam aos ossos. Este grupo abrange condições como a Espondilite Anquilosante, a Artrite Psoriásica, a Artrite Reativa e as Artrites enteropáticas.
A Espondiloartrite axial (chamada antigamente de espondilite anquilosante) é o tipo mais comum, afetando predominantemente homens no final da adolescência ou início da vida adulta (17 a 35 anos). Causa inflamação sobretudo na coluna e nas articulações sacroilíacas.
Os sintomas característicos são dor na coluna, que se inicia de modo lento, frequentemente nas nádegas e região lombar. Essa dor melhora com exercícios e piora com o repouso, sendo mais intensa pela manhã e associada à sensação de rigidez matinal. Os pacientes também podem sentir fadiga. Outras manifestações podem incluir dor na planta dos pés, dor no peito, inflamação em outras juntas e uveíte (inflamação dos olhos).
O diagnóstico deve ser realizado por um reumatologista, unindo os sintomas e sinais clínicos específicos com achados de laboratório e exames de imagem. O tratamento evoluiu recentemente, sendo inicialmente baseado em anti-inflamatórios. Em muitos casos, medicamentos biológicos são necessários, e a escolha terapêutica é sempre individualizada, dependendo da atividade e do grau de acometimento da doença.

A Artrite Psoriásica (APs) é uma doença inflamatória das articulações que se manifesta em pessoas com psoríase, uma condição de pele que gera lesões avermelhadas e descamativas, tipicamente nos joelhos, cotovelos e couro cabeludo. Estima-se que até 40% dos indivíduos com psoríase possam desenvolver a APs, sendo que o risco aumenta em casos com lesões nas unhas, maior área de pele afetada ou histórico familiar da doença.
O diagnóstico requer a avaliação especializada de um reumatologista, sendo estabelecido pela correlação entre os sintomas clínicos e os achados de exames laboratoriais e de imagem, como raio-X, ressonância magnética e ultrassonografia. O tratamento é contínuo e individualizado: a terapia medicamentosa inclui drogas imunossupressoras e, em quadros mais graves, agentes imunobiológicos. De modo complementar, a fisioterapia, a terapia ocupacional e o condicionamento físico são essenciais para preservar a funcionalidade e a qualidade de vida do paciente.
Clinicamente, a APs apresenta formas variadas: pode afetar articulações grandes (como joelhos e tornozelos) ou pequenas (mãos e punhos), comprometer a coluna vertebral (causando dor lombar) e inflamar tendões e enteses (locais de ligação de tendões e ligamentos aos ossos). Sem o tratamento adequado, a doença tem potencial para causar sequelas articulares irreversíveis.