ESPECIALISTA EM REUMATOLOGIA

Médico com mais de 10 ANOS de experiência e Reumatologista pela UNICAMP

Meu compromisso é ir além do diagnóstico, aplicando a excelência do meu conhecimento para restabelecer o bem-estar e a qualidade de vida de quem me procura.

SOBRE O REUMATOLOGISTA

Dr. Mateus Mokwa

Reumatologista - CRM-SP 157.818 / RQE 65.999

Meu compromisso é fazer a diferença na vida de cada paciente. Na minha prática, busco uma avaliação integral e humanizada, que abranja tanto as necessidades físicas quanto as psicológicas. Promovo uma consulta pautada na atenção, ética e profissionalismo.

Minha abordagem na Reumatologia é baseada no rigor do raciocínio clínico, onde uma história minuciosa e um exame físico detalhado são fundamentais. Os exames complementares são utilizados como valiosos auxiliares diagnósticos, e não como o ponto de partida.

Meu objetivo é exercer a Reumatologia com excelência, auxiliando todos que me procuram a restabelecer plenamente seu bem-estar e qualidade de vida.

Formações e Títulos

ATUAÇÃO

Doenças e Tratamentos

Osteoartrite (Artrose)

A Osteoartrite, ou artrose, é uma doença articular comum caracterizada pelo desgaste da cartilagem e por alterações ósseas, como os osteófitos (“bicos de papagaio”). Sua incidência aumenta com a idade, sendo rara antes dos 40 e muito comum após os 60 anos, afetando principalmente mãos, joelhos, coluna e quadril.

Artrite Reumatoide (AR)

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica, autoimune e de causa desconhecida que ataca múltiplas articulações, podendo causar destruição da junta, culminando em deformidades e incapacidade se não for tratada adequadamente. É uma condição que afeta homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais comum em mulheres por volta dos 40 anos.

Fibromialgia

A Fibromialgia é uma doença crônica caracterizada por dores intensas e generalizadas pelo corpo, além de fadiga, distúrbios do sono e sensibilidade aumentada, sem evidências de inflamação ou dano articular ou orgânico. É mais comum em mulheres entre 25 e 60 anos.

Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou Lúpus) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir de forma lenta ou rápida, alternando entre fases de atividade e remissão. Embora possa afetar qualquer pessoa, é significativamente mais comum em mulheres, principalmente entre 20 e 45 anos.

Gota

A Gota é uma doença inflamatória das articulações causada pela hiperuricemia — ou seja, o excesso de ácido úrico no sangue. Atinge principalmente homens entre 40 e 50 anos, especialmente aqueles com sobrepeso, sedentarismo e consumo frequente de álcool. Nem todos com ácido úrico alto desenvolvem a doença.

 

 

Osteoporose

A Osteoporose é caracterizada como uma doença metabólica que compromete a estrutura dos ossos em todo o corpo, resultando no seu enfraquecimento e na consequente fragilidade, tornando-os altamente suscetíveis a fraturas. Por ser uma “doença silenciosa”, a Osteoporose não manifesta sintomas antes que ocorra seu desfecho mais grave: uma fratura. Principalmente na coluna, no fêmur ou no punho.

 

Espondiloartrites

As Espondiloartrites formam um conjunto de doenças reumáticas inter-relacionadas, definidas pela similaridade de suas características clínicas e genéticas. Elas se distinguem por um padrão inflamatório que afeta preferencialmente as articulações sacroilíacas (localizadas na bacia) e a coluna vertebral, e estão frequentemente associadas à presença do marcador genético HLA-B27. 

Artrite psoriásica

A Artrite Psoriásica (APs) é uma doença inflamatória das articulações que se manifesta em pessoas com psoríase, uma condição de pele que gera lesões avermelhadas e descamativas, tipicamente nos joelhos, cotovelos e couro cabeludo. Estima-se que até 40% dos indivíduos com psoríase possam desenvolver a APs, sendo que o risco aumenta em casos com lesões nas unhas, maior área de pele afetada ou histórico familiar da doença.

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CONTATO

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Valinhos - SP

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Vinhedo - SP

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O que é?

A Osteoartrite, ou artrose, é uma doença articular comum caracterizada pelo desgaste da cartilagem e por alterações ósseas, como os osteófitos (“bicos de papagaio”). Sua incidência aumenta com a idade, sendo rara antes dos 40 e muito comum após os 60 anos, afetando principalmente mãos, joelhos, coluna e quadril.

Muitos indivíduos são assintomáticos, mas os sintomas mais comuns são dor e rigidez nas articulações, frequentemente ligadas à atividade física (como ao se levantar, subir escada ou ficar muito tempo em pé), podendo evoluir para inchaço, rangidos (creptação) e perda de função.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito principalmente pela avaliação clínica (história e exame físico), complementada por exames de imagem como a radiografia (Raio X) ou ressonância magnética.

Tratamento

O tratamento visa prioritariamente aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida do paciente, sendo estruturado em duas abordagens complementares: a não farmacológica e a farmacológica. A abordagem não farmacológica enfatiza a atividade física regular (sempre supervisionada) e, de forma crucial, o controle de peso. Já a farmacológica concentra-se no alívio da dor, utilizando analgésicos e anti-inflamatórios, podendo ser complementada com infiltrações ou condroprotetores, sempre sob estrita orientação médica. A cirurgia (como a colocação de prótese) é reservada como última opção para lidar com dor intensa e incapacidade que não melhoram com o tratamento clínico.

O que é?

A Artrite Reumatoide (AR) é uma doença inflamatória crônica, autoimune e de causa desconhecida que ataca múltiplas articulações, podendo causar destruição da junta, culminando em deformidades e incapacidade se não for tratada adequadamente. É uma condição que afeta homens e mulheres de qualquer idade, mas é mais comum em mulheres por volta dos 40 anos.

Os sintomas são dor, inchaço e calor nas juntas de forma crônica. Afeta tipicamente as pequenas articulações das mãos e punhos. Sintomas sistêmicos como fadiga, perda de peso e rigidez matinal prolongada (com duração de pelo menos uma hora) são comuns. Com a progressão, a AR pode causar manifestações fora das juntas, como afetar a pele, pulmões e olhos.

Diagnóstico

O diagnóstico requer a associação de sinais e sintomas clínicos e por exames laboratoriais e de imagem. Os testes podem incluir o Fator Reumatoide, anticorpos Anti CCP, e provas de atividade inflamatória (VHS e Proteína C reativa), além de exames de imagem como radiografias.

Tratamento

O tratamento é individualizado e contínuo, sendo essencial o acompanhamento com o reumatologista. A terapia medicamentosa inclui inflamatórios e corticoides (para crises agudas), drogas modificadoras do curso da doença (DMCDs), muitas delas imunossupressoras e agentes imunobiológicos. Complementarmente, fisioterapia, terapia ocupacional e condicionamento físico são estimulados para preservar a funcionalidade do paciente.

O que é?

A Fibromialgia é uma doença crônica caracterizada por dores intensas e generalizadas pelo corpo, além de fadiga, distúrbios do sono e sensibilidade aumentada, sem evidências de inflamação ou dano articular ou orgânico. É mais comum em mulheres entre 25 e 60 anos.

Os sintomas vão além da dor, incluindo Fadiga severa e sono não reparador (sono que não restaura a pessoa), Distúrbios do humor (ansiedade e depressão) e problemas de memória/concentração.

Diagnóstico

O diagnóstico é eminentemente clínico, baseado na história e exame físico, sendo que não existe um exame específico para confirmar a fibromialgia. Exames laboratoriais e de imagem são utilizados para afastar outras doenças com sintomas semelhantes.

Tratamento

A meta do tratamento é aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida, pois a fibromialgia não causa deformidades. Embora não tenha cura, a doença pode ser bem controlada, permitindo que os pacientes fiquem longos períodos livres de dor.

O tratamento principal é não-medicamentoso, sendo o exercício aeróbico a intervenção mais importante. Outras medidas incluem a educação do paciente sobre a doença e, em alguns casos, terapia psicológica para auxiliar no manejo da dor crônica. As medicações são utilizadas como suporte para diminuir a dor e melhorar o sono/disposição.

O que é?

O Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou Lúpus) é uma doença inflamatória crônica de origem autoimune, cujos sintomas podem surgir de forma lenta ou rápida, alternando entre fases de atividade e remissão. Embora possa afetar qualquer pessoa, é significativamente mais comum em mulheres, principalmente entre 20 e 45 anos.

A doença se manifesta em dois tipos principais: o Lúpus cutâneo, que se limita a manchas na pele (geralmente no rosto, orelhas e colo), e o Lúpus sistêmico, que acomete um ou mais órgãos internos. A causa exata permanece desconhecida, mas é sabido que resulta da interação entre fatores genéticos, hormonais e ambientais (como exposição solar e infecções). Essa interação provoca um desequilíbrio imunológico, levando o corpo a produzir autoanticorpos que causam inflamação em diversos órgãos, incluindo pele, articulações, pulmões e rins.

Os sintomas são extremamente variados. Inicialmente, podem surgir manifestações gerais como cansaço, febre baixa e perda de peso. Outras manifestações comuns incluem manchas avermelhadas na pele (notavelmente a lesão em “asa de borboleta” na face), artrite (dor e inchaço nas articulações), acometimento de órgãos internos (como rins, cérebro, nervos, coração e pulmões) e a diminuição de células sanguíneas.

Diagnóstico

O diagnóstico é estabelecido pelo reconhecimento dos sintomas característicos em conjunto com alterações detectadas em exames de sangue e urina. O exame FAN (fator antinuclear) é uma ferramenta importante para pacientes sintomáticos, mas sua presença isolada não confirma o lúpus, pois também pode ocorrer em indivíduos saudáveis. Outros autoanticorpos e exames complementares de sangue, urina ou imagem são solicitados conforme a necessidade clínica.

Tratamento

Não há cura para o Lúpus, nem um tratamento único. A terapia é personalizada para cada paciente, focando nas manifestações predominantes da doença. Os medicamentos utilizados incluem a hidroxicloroquina, corticoides, imunossupressores e, mais recentemente, agentes biológicos.

O que é?

A Gota é uma doença inflamatória das articulações causada pela hiperuricemia — ou seja, o excesso de ácido úrico no sangue. Atinge principalmente homens entre 40 e 50 anos, especialmente aqueles com sobrepeso, sedentarismo e consumo frequente de álcool. Nem todos com ácido úrico alto desenvolvem a doença.

A Gota pode se manifestar em duas formas: a aguda, caracterizada por crises de dor e inflamação abruptas e intensas em uma única articulação (frequentemente o dedão do pé, tornozelos ou joelhos), e a crônica, onde a dor e a inflamação persistem e podem afetar múltiplas juntas. O sintoma mais característico é a artrite, que gera dor intensa, inchaço, vermelhidão e calor na junta. Com o tempo, a doença pode levar à formação de tofos gotosos (depósitos de cristais sob a pele) e cálculos renais.

Diagnóstico

O diagnóstico é estabelecido por meio da história clínica, associada à detecção de níveis elevados de ácido úrico no sangue. O tratamento visa, inicialmente, reduzir a dor e a inflamação das crises e, a longo prazo, corrigir a hiperuricemia para prevenir novos episódios e evitar lesões articulares. Embora não tenha cura, a Gota é controlável.

Tratamento

Para o manejo da doença, é essencial seguir recomendações de dieta, controle de comorbidades como pressão alta, diabetes, hipercolesterolemia e obesidade. A falta de tratamento pode resultar em crises mais frequentes, intensas e em deformidades articulares.

O que é?

A Osteoporose é caracterizada como uma doença metabólica que compromete a estrutura dos ossos em todo o corpo, resultando no seu enfraquecimento e na consequente fragilidade, tornando-os altamente suscetíveis a fraturas. Por ser uma “doença silenciosa”, a Osteoporose não manifesta sintomas antes que ocorra seu desfecho mais grave: uma fratura. Principalmente na coluna, no fêmur ou no punho.

Diversos fatores contribuem para o seu desenvolvimento, incluindo: menopausa (pela queda do estrogênio), envelhecimento (com a perda natural de massa óssea), hereditariedade, dieta pobre em cálcio, excesso de fumo e álcool, imobilização prolongada e o uso de certos medicamentos (como corticoides) por longos períodos.

Diagnóstico

O diagnóstico é feito principalmente pela Densitometria Óssea, que mede a densidade dos ossos, complementada por exames do metabolismo ósseo para identificar fatores secundários que possam agravar a condição.

Tratamento

O tratamento visa diminuir o risco de fraturas com o uso de medicamentos seguros e eficazes. Além disso, são essenciais mudanças no estilo de vida, como a prática de exercícios físicos, e o aumento da ingestão de alimentos ricos em cálcio e vitamina D. É igualmente fundamental evitar hábitos nocivos como o consumo excessivo de álcool e o fumo.

O que é?

As Espondiloartrites formam um conjunto de doenças reumáticas inter-relacionadas, definidas pela similaridade de suas características clínicas e genéticas. Elas se distinguem por um padrão inflamatório que afeta preferencialmente as articulações sacroilíacas (localizadas na bacia) e a coluna vertebral, e estão frequentemente associadas à presença do marcador genético HLA-B27. Outra característica central é a ocorrência de entesites, que é a inflamação dos locais onde os tendões e ligamentos se fixam aos ossos. Este grupo abrange condições como a Espondilite Anquilosante, a Artrite Psoriásica, a Artrite Reativa e as Artrites enteropáticas.

A Espondiloartrite axial (chamada antigamente de espondilite anquilosante) é o tipo mais comum, afetando predominantemente homens no final da adolescência ou início da vida adulta (17 a 35 anos). Causa inflamação sobretudo na coluna e nas articulações sacroilíacas.

Os sintomas característicos são dor na coluna, que se inicia de modo lento, frequentemente nas nádegas e região lombar. Essa dor melhora com exercícios e piora com o repouso, sendo mais intensa pela manhã e associada à sensação de rigidez matinal. Os pacientes também podem sentir fadiga. Outras manifestações podem incluir dor na planta dos pés, dor no peito, inflamação em outras juntas e uveíte (inflamação dos olhos).

Diagnóstico

O diagnóstico deve ser realizado por um reumatologista, unindo os sintomas e sinais clínicos específicos com achados de laboratório e exames de imagem. O tratamento evoluiu recentemente, sendo inicialmente baseado em anti-inflamatórios. Em muitos casos, medicamentos biológicos são necessários, e a escolha terapêutica é sempre individualizada, dependendo da atividade e do grau de acometimento da doença.

O que é?

A Artrite Psoriásica (APs) é uma doença inflamatória das articulações que se manifesta em pessoas com psoríase, uma condição de pele que gera lesões avermelhadas e descamativas, tipicamente nos joelhos, cotovelos e couro cabeludo. Estima-se que até 40% dos indivíduos com psoríase possam desenvolver a APs, sendo que o risco aumenta em casos com lesões nas unhas, maior área de pele afetada ou histórico familiar da doença.

Diagnóstico

O diagnóstico requer a avaliação especializada de um reumatologista, sendo estabelecido pela correlação entre os sintomas clínicos e os achados de exames laboratoriais e de imagem, como raio-X, ressonância magnética e ultrassonografia. O tratamento é contínuo e individualizado: a terapia medicamentosa inclui drogas imunossupressoras e, em quadros mais graves, agentes imunobiológicos. De modo complementar, a fisioterapia, a terapia ocupacional e o condicionamento físico são essenciais para preservar a funcionalidade e a qualidade de vida do paciente.

Tratamento

Clinicamente, a APs apresenta formas variadas: pode afetar articulações grandes (como joelhos e tornozelos) ou pequenas (mãos e punhos), comprometer a coluna vertebral (causando dor lombar) e inflamar tendões e enteses (locais de ligação de tendões e ligamentos aos ossos). Sem o tratamento adequado, a doença tem potencial para causar sequelas articulares irreversíveis.